P r i m e i r a s
P a l a v r a s
R e s u m o . d e
C u r r í c u l o
L i v r o s
Lavra-Palavra
M í d i a
A g e n d a
P a l e s t r a s &
C o n g r e s s o s
C o n t a t o s
L i n k' s
C a m i n h o s
G r u p o s
P R O L E R
R I D E F
H o m e

 

Os primeiros caminhos são eternos. Estão aqui minhas montanhas andinas, as "llamas" da serra do Peru e os ecos milenares de Machu-Picchu. O moço que está comigo é o Kirinus, meu marido.

 

 

 

 

 

 

Como escolher uma única foto do que representou a França para mim?
Dentre tantas imagens significativas, fico com as palavras gravadas na pedra que serve de base ao monumento de Joana D´Arc, durante a visita à
cidade de Amiens.A foto é do amigo escritor Jean Foucault.

Conhecendo o Amapá

Recebi convite do Rotary Clube e da Faculdade Fama para palestra e lançamento do meu livro "Aranha Castanha e outras tramas" na cidade de Macapá.

Conhecer o Amapá e sua colcha de selva significou para mim uma
divisão de águas.
Não sabia que não sabia que o Brasil era conteúdo e continente de antigos quilombos africanos, de lendas jamais ouvidas e de inúmeros recantos
do imaginário povoando









fauna e flora no concreto de outra realidade.
Quando conheci o Marco Zero que traça uma linha imaginária que divide os hemisférios norte e sul do globo terrestre, na chamada linha do Equador, não resisti a dividir também meus hemisférios, para nesta foto tentar alguma unidade.